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Araruna Fest aposta em jams e encontros para fortalecer o rock de MS

A segunda edição do Araruna Fest quer transformar o evento em uma experiência além de um simples show, com jam session inédita, relançamento da banda Metrô, participação de Clemente Nascimento…
Por Nerd da Hora · · 2 min de leitura

A segunda edição do Araruna Fest quer transformar o evento em uma experiência além de um simples show, com jam session inédita, relançamento da banda Metrô, participação de Clemente Nascimento e um after de rock eletrônico. A proposta, segundo os organizadores, é criar um movimento de fortalecimento do rock em Mato Grosso do Sul.

O festival será no dia 30 de maio, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês. A programação inclui show de Frejat, apresentações do Bando do Velho Jack e da cantora Érica Espíndola, além de participações especiais e encontros inéditos no palco.

Em participação no podcast do Campo Grande News, o produtor Patrick Gontier e o baixista Marcos Yallouz, do Bando do Velho Jack, revelaram detalhes das novidades e falaram sobre os desafios de manter o rock vivo na cidade. “Hoje a gente não vende só um show. A gente vende uma experiência”, disse Patrick.

Uma das novidades será uma jam session com o relançamento da banda Metrô, sucesso dos anos 80. A cantora Érica Espíndola assumirá os vocais do grupo em quatro músicas. Campo Grande será palco do lançamento de uma música inédita da banda.

Outra participação especial é a de Clemente Nascimento, dos Inocentes e Plebe Rude. Ele volta ao festival após ter sofrido um rompimento da aorta na primeira edição, quando foi socorrido pela Santa Casa de Campo Grande. “Ele chegou com 10% de chance de sobreviver e um mês e meio depois saiu curado”, lembrou Patrick. Clemente será mestre de cerimônias e participará do projeto “Violões em Fúria”.

O festival terá gravação audiovisual dos shows para o YouTube e o lançamento de uma rádio web da 93 Produções para fortalecer a música local. “Nós estamos começando a namorar as bandas locais para tocar na rádio”, disse Patrick. Para Marcos Yallouz, o rock local enfrenta dificuldades por falta de espaço em rádios e veículos tradicionais.

A pandemia alterou o comportamento do público, segundo os organizadores. “As pessoas ficaram mais caseiras. Hoje elas querem conforto”, explicou Marcos. Para atender essa demanda, o festival terá portões abertos às 18h e seguirá até depois da meia-noite, com after de rock eletrônico após o show de Frejat. “A ideia é que a pessoa possa ficar mais tempo e sair sem pegar trânsito”, disse Patrick.

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